Quem sou eu?
Eu sou apenas um todo do pouco que tenho, daquilo que adquiri daquilo que me motiva dos que tenho ao meu lado, dos que gostam de mim e daqueles que me odeiam. A nossa a vida é uma Roleta Russa, a nossa vida é uma sorte, nós somos uns infelizes, nos caímos na rotina. Não temos coragem, não vamos conseguir!
Boa sorte a viver uma mentira.
Nos só nascemos uma vez, só temos uma chance, a uma estrada contra o nosso eu, e devemos nos ajoelhar perante a nossa irónica história, e nos redimir, e aceitar aquilo para que nascemos. Aquilo pelo qual queremos lutar, aquilo pelo qual nos traz a felicidade de concretizar, de partilhar e de estar!
Perante os erros, se aprende e se involui, crescemos. O erro só é cometido duas vezes se tivesse sido bom a primeira. Misturando os jogos, damos as cartas para a revolução do organismo em que cooperamos. Tá nas nossas mãos a cartada final, a escolha para que lado caminhar, mas como em qualquer jogo, cada um pode ser o eleito com o trunfo mais alto, e quem está por baixo cai!
Como sempre foi…
Hoje na decadência do inculto e na música irrisória escrevo
entre linhas o que me vai na alma, o que quero mostrar ao mundo, aquilo que
quero contar para toda a gente, que a vida é um jogo, não vale a pena a frieza
de um mau olhar, de um não a uma desculpa, do ódio repugnante de algumas
pessoas.
A vida é muito pouco, e desse pouco temos que aproveitar um
muito que as vezes nunca existe e a oportunidade perde-se para seguir, e
caminhos destroçados, a revolução nós espera, vamos lutar, vamos nos erguer,
somos fortes somos nos!Amanha é um novo dia, amanha é a nossa chance. Porque no final de contas, o conto termina sempre…
By:RicardoSantos
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